Descrição
Há quem escreva para registrar o mundo, e há quem escreva para reinventá-lo. Renilda Viana faz as duas coisas. Em História do fim do mundo e outras crônicas, o cotidiano se abre em múltiplas direções: é memória, denúncia, humor e também espelho. Cada texto nasce do gesto de observar com delicadeza aquilo que muitos preferem ignorar. As crônicas de Renilda têm a leveza da conversa e a força da lucidez. São histórias que partem do comum — uma sala de aula, o metrô, uma ceia de Ano-Novo, uma padaria —
e chegam ao que é essencial: o humano em suas contradições. A autora fala de amor e de solidão, de infância e de velhice, de desigualdade e esperança, sem nunca perder a ironia. Sua escrita é direta, viva, feita de ritmo e verdade. Entre um sorriso e outro, o leitor se vê diante de

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