Descrição
Nos tempos do coronelismo, na chamada Primeira República do Brasil, habitou a Chapada Diamantina um sertanejo bravo, porém muito civilizado e guardião da paz, que destoava do costume vigente de pegar nas armas para resolver problemas pessoais ou coletivos. Desejava e defendia o desarmamento do sertanejo, e que as questões pessoais ou públicas se resolvessem perante a justiça, entretanto, quanto mais ele se afastava das lutas armadas mais elas o procuravam, por ser a alternativa mais fácil no local onde os coronéis é que faziam as leis e onde os governadores tudo faziam para manter os seus currais eleitorais, inclusive com o envio da força policial para brigar com seus opositores. Homem de coragem, de corpo fechado e até dizem: mandingueiro. Derrotou repetidas vezes seus adversários, também coronéis, e até a Coluna Prestes botou para correr. Ele foi o último coronel.

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