Transformando histórias nordestinas em patrimônios de leitura

Literatura com alma nordestina: Chegou a antologia CONTOS DANADOS DE BOM

O dia em que o livro chega é o dia em que a ideia encontra corpo. A Antologia Contos Danados de Bom está, literalmente, em mãos — resultado de meses de escuta, zelo e parceria. Mais do que reunir textos, esta obra convoca vozes, memórias e paisagens afetivas do Nordeste.

Para marcar a chegada dos exemplares, esta matéria destaca — como citação de honra — o texto enviado por Ferreira Fontes. Publicamos abaixo, na íntegra, suas palavras, que traduzem com precisão o espírito deste projeto: humano, coletivo e permanente.

 Há pessoas que não apenas sonham. 

 Há pessoas que sustentam o sonho 

 até que ele encontre chão, 

 companhia e destino. 

 MARLA MOREIRA 

 é uma dessas pessoas. 

 Ela não reuniu textos. 

 Reuniu vozes. 

 Não colecionou autores. 

 Convocou histórias 

 que nasceram do sol, 

 do barro, da luta 

 e da beleza do Nordeste. 

 O que hoje tens em mãos 

 não é apenas uma antologia. 

 É um território afetivo. 

 Cada conto aqui carrega 

 um pedaço de chão nordestino, 

 um jeito de dizer, 

 uma memória que insiste em permanecer. 

 Foram meses de trabalho invisível, 

 daquele que não aparece nos aplausos, 

 mas sustenta o que permanece. 

 Meses de escuta, de cuidado, 

 de persistência e, sobretudo, 

 de fé no coletivo. 

 O DANADO DE BOM 

 nasce grande porque nasceu humano. 

 Não houve clientes — houve parceiros. 

 Não houve pressa — houve zelo. 

 Não houve vaidade — houve partilha. 

 E não acredito em coincidências. 

 Acredito que coincidência 

 é o modo como Deus assina suas obras 

 quando prefere ficar no anonimato. 

 Por isso, 

 esta antologia chegou no Natal. 

 Porque há projetos que são presentes. 

 E há pessoas que são bênção. 

 Em meu nome, 

 e em nome de todos 

 que caminharam juntos, 

 eu agradeço a MARLA MOREIRA 

 por ter sonhado antes, 

 por ter acreditado durante 

 e por nos permitir agora celebrar. 

 Que este 

 seja apenas o primeiro volume. 

 Porque quem sonha junto 

 não encerra histórias, 

 abre caminhos. 

 Vida longa ao DANADO DE BOM. 

 Vida longa à coragem, 

 à sensibilidade e à generosidade 

 de MARLA  MOREIRA. 

 -FERREIRA FONTES- 

 O PHILOFOTOPOETA.

As páginas agora impressas guardam um mapa de pertencimento: cada conto é um pedaço de chão, um jeito de dizer, uma memória que insiste em permanecer. O Danado de Bom nasce grande porque nasce humano — sem pressa, com partilha, numa rede de parceiros que sustentou o que permanece.

Ao poeta Ferreira Fontes, pela palavra generosa que nos lê por dentro e que aqui publicamos em destaque, na íntegra.  A cada autor e parceira(o) que transformou sonho em livro, e livro em território de encontros.

Vida longa ao Danado de Bom. Que este seja apenas o primeiro de muitos volumes — porque quem sonha junto não encerra histórias: abre caminhos.

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